ICE surpreende americanos com nova estratégia e avanço territorial inesperado

ICE surpreende americanos com nova estratégia e avanço territorial inesperado

Recentemente, surgiram imagens de agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) mascarados e fortemente armados prendendo homens, mulheres e crianças em diferentes partes dos Estados Unidos (EUA). Um vídeo mostrou um agente do ICE matando uma cidadã dos EUA na cidade de Minnesota, em 7 de janeiro de 2026. Essas táticas agressivas são uma novidade, já que historicamente a fiscalização migratória era mais comum perto da fronteira com o México, realizada principalmente pela Agência de Proteção de Fronteira e Aduanas (CBP) e não pelo ICE.

De 2010 a 2020, 80% das deportações começavam ou ocorriam próximo à fronteira, mas durante a pandemia de COVID-19, esse número aumentou para 98%. Durante seu segundo mandato, o governo Trump mudou o foco da fiscalização migratória para o norte e o ICE passou a desempenhar um papel central nessa estratégia, detendo e deportando migrantes em áreas distantes da fronteira sul, como em Minnesota, quase na fronteira com o Canadá.

A militarização da fronteira teve um impacto significativo nas comunidades americanas, principalmente porque o ICE se tornou a principal agência encarregada da detenção e deportação de migrantes no interior do país. Isso levou muitas pessoas a questionarem as táticas de deportação e a perceberem a migração como uma ameaça à segurança nacional.

A administração Trump aumentou drasticamente o orçamento para fiscalização da imigração, direcionando cerca de US$ 170 bilhões para esse fim em 2025, com foco na detenção e deportação de imigrantes que já viviam nos EUA. Esse aumento de recursos ajudou a intensificar a fiscalização migratória em território americano, levando a uma mudança nas atitudes políticas em relação à imigração.

A persistência dessa abordagem agressiva de deportação pode estar alterando a percepção dos americanos sobre a imigração, conforme o governo Trump enfrenta críticas de senadores republicanos e queda na aprovação por parte da população. As recentes operações do ICE em estados como Minnesota têm alimentado essas discussões e destacado os impactos da militarização da fronteira nas comunidades locais.